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De União da Vitória para todo o Brasil

Site para médicos e clínicas

A Voltz Pixel cria sites para médicos e clínicas seguindo a Resolução CFM 2.336/2023: identificação com CRM e RQE na página principal, uma página por especialidade e agendamento com confirmação pelo WhatsApp. A partir de R$ 2.500, com domínio e acessos no nome do médico ou da clínica.

  • Feito seguindo a norma do CFM
  • Site a partir de R$ 2.500
  • Domínio e acessos no seu nome

Site para médicos é o site do consultório ou da clínica feito dentro das regras de publicidade do Conselho Federal de Medicina: mostra quem atende, com CRM e RQE, o que é tratado e como marcar a consulta.

Desde março de 2024, a Resolução CFM 2.336/2023 permite ao médico fazer publicidade no próprio site para formar e ampliar a clientela, informar o valor da consulta e mostrar o consultório e a equipe. O que ela proíbe é prometer resultado, anunciar atendimento gratuito e sugerir uma especialidade que o médico não tem registrada.

O que o CFM permite no site do médico

A norma mudou em 2024, e muita coisa que era proibida deixou de ser. Este é o resumo do que vale para um site, com o artigo de cada regra.

Pode

  • Informar o valor da consulta

    O valor, os meios e as formas de pagamento podem aparecer no site (art. 9º, VI).

  • Explicar como marcar

    Forma de marcação, horários e funcionamento do consultório, inclusive virtual (art. 9º, IV). Convênios, localização e estacionamento também (art. 9º, V).

  • Mostrar o consultório, a equipe e os equipamentos

    Fotos e vídeos do ambiente, do médico e da equipe (art. 9º, I), e os aparelhos com as indicações aprovadas pela Anvisa (art. 9º, II).

  • Anunciar para ganhar pacientes

    Nos canais próprios, a publicidade pode ter o objetivo de formar, manter ou ampliar a clientela (art. 8º, § 2º), e o médico pode comprar espaço de anúncio (art. 13, II).

  • Antes e depois, com finalidade educativa

    Em conjunto de imagens com indicações, evoluções satisfatórias, insatisfatórias e complicações, com texto educativo, sem identificar o paciente e sem edição (art. 14, II).

  • Desconto em campanha

    Abatimentos e descontos em campanhas promocionais, sem venda casada nem premiação (art. 9º, VIII).

Não pode

  • Prometer resultado

    É vedado garantir, prometer ou insinuar bons resultados do tratamento (art. 11, XII).

  • Anunciar atendimento gratuito

    Anunciar serviço médico gratuito no consultório privado é tratado como concorrência desleal (art. 11, § 4º, c). O botão do site não pode ser "avaliação gratuita".

  • Sugerir especialidade sem registro

    Quem não é especialista não pode divulgar que trata órgãos, sistemas ou doenças específicas (art. 11, I).

  • Prêmio de "melhor médico"

    Não pode aceitar inclusão em listas e premiações como "médico do ano" ou "destaque da especialidade" (art. 11, XIII).

  • Tom sensacionalista ou autopromocional

    Nada de imagem ou texto que induza à percepção de garantia de resultado, nem de atribuir a si qualidades privilegiadas (art. 11, XVI e §§ 2º e 3º).

Fonte: Resolução CFM nº 2.336/2023, em vigor desde 11 de março de 2024. Este resumo descreve a norma e não substitui a orientação do seu conselho: na dúvida, quem responde é a Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame) do CRM do seu estado.

Especialidade sem RQE: o cuidado que começa no briefing

Para o CFM, especialista é quem tem RQE (art. 13, § 2º). Quem fez pós-graduação e não tem o registro deve se apresentar como "MÉDICO(A) com pós-graduação em" seguido da área e de NÃO ESPECIALISTA, em caixa alta (art. 13, § 1º, d). E quem tem título pode divulgar até duas especialidades, com as áreas de atuação ligadas a elas (art. 13, § 1º, f).

Num site, o risco raramente está numa foto. Está no posicionamento: uma página que se apresenta como "especialista em emagrecimento" ou "clínica de hormônios", sem o registro correspondente, leva o paciente a ler especialidade onde ela não existe. Por isso essa é uma das primeiras perguntas do nosso briefing: quais especialidades e áreas de atuação estão registradas no CRM, e com qual RQE. O site inteiro é escrito a partir dessa resposta.

O que o site de um médico precisa ter

Seis partes que todo site de consultório ou clínica precisa ter: a identificação exigida pelo CFM, uma página por especialidade, a equipe com registro, o agendamento sempre à mão, endereço e convênios, e conteúdo que orienta o paciente.

  • Identificação na página principal

    Nome, CRM, a palavra MÉDICO e a especialidade com RQE, como pede o art. 6º. Em clínica, o nome do estabelecimento com o registro no CRM e o diretor técnico com o número dele (art. 5º).

  • Uma página por especialidade ou procedimento

    O paciente busca pelo que precisa tratar. Cada página responde a uma busca, explica quando procurar o médico e termina no agendamento.

  • Equipe com registro

    Cada médico com foto, CRM, especialidade e RQE. É o que o paciente confere antes de marcar.

  • Agendamento sempre à mão

    O botão de marcar consulta aparece em todas as páginas, no computador e no celular, com o caminho mais curto possível até o horário.

  • Endereço, mapa e convênios

    Onde fica, como chegar, onde estacionar e quais planos são aceitos. Tudo isso a norma permite informar.

  • Conteúdo que orienta

    Artigos sobre sinais, sintomas e quando procurar avaliação médica: o material educativo que a norma permite e que responde ao que o paciente pesquisa.

Exemplo ilustrativo de site de clínica em notebook e celular, com a identificação da médica, a especialidade e o botão de agendar na primeira tela
Exemplo ilustrativo: clínica, nome e registros fictícios.

Site próprio, plataforma de agendamento ou só Instagram

O médico tem três vitrines na internet: o site próprio, o perfil numa plataforma de agendamento e o Instagram. Elas se somam, mas só uma delas é um endereço que pertence a você.

Comparação entre site próprio, perfil em plataforma de agendamento e perfil no Instagram para um médico
CritérioSite próprioPlataforma de agendamentoSó Instagram
De quem é o endereçoSeu, com o domínio no seu nomeDa plataforma: o perfil fica dentro do site delaDa rede social
Quem aparece juntoSó você e a sua equipeVocê e os outros médicos listadosO que o algoritmo decidir mostrar
O que o paciente encontraEspecialidades, equipe, convênios e conteúdo, do seu jeitoUma ficha no formato da plataformaAs publicações mais recentes
CustoPago uma vez, mais domínio e hospedagemMensalidade enquanto durarSem custo direto, com o seu tempo
Se você sairLeva o site, o domínio e o conteúdoO perfil fica láO perfil continua, sem endereço próprio

Uma coisa não exclui a outra: muitos consultórios mantêm o perfil na plataforma e o Instagram. O site próprio é o endereço para onde tudo isso aponta, e o lugar que é seu quando o paciente procura o seu nome no Google.

Agenda e WhatsApp: o paciente marca sem esperar resposta

A norma permite informar a forma de marcação de consulta e os horários de atendimento (art. 9º, IV). No site, isso vira um botão que leva direto ao horário. A Voltz Pixel tem uma plataforma própria para isso, o Agende Comigo: o paciente escolhe o horário pelo link, recebe a confirmação pelo WhatsApp e, quando fizer sentido para o consultório, paga um sinal via Pix para garantir a vaga. A plataforma custa a partir de R$ 59,90 por mês.

Para o volume de mensagens, há o agente de IA no WhatsApp, que responde as dúvidas de sempre (convênio, endereço, horário) e passa para a recepção o que precisa de gente. Ele não orienta sobre sintoma nem tratamento: isso é do médico.

Um aviso honesto: a resolução não trata de pagamento antecipado de consulta. O sinal via Pix é um recurso disponível, e a decisão de usar é do médico.

Exemplo ilustrativo do agendamento no celular: escolha do horário e a confirmação recebida pelo WhatsApp
Exemplo ilustrativo do agendamento com confirmação pelo WhatsApp.

Dados do paciente: o formulário pede o mínimo

Quem pede uma consulta já revela algo sobre a própria saúde, e dado de saúde é dado sensível pela Lei Geral de Proteção de Dados. Por isso o formulário do site pede só o nome e o WhatsApp, e avisa para não escrever detalhes do quadro clínico no campo de mensagem.

A medição do site segue a mesma lógica: nenhum cookie de análise antes do consentimento, e nada que ligue a pessoa à especialidade que ela procurou. É o mesmo cuidado que a Voltz Pixel aplica no próprio site.

Como a gente trabalha com médicos e clínicas

São quatro etapas, do diagnóstico ao site no ar. Em todas, o texto é escrito seguindo a norma do CFM e revisado com você: a aprovação final do que vai ao ar é sempre do médico.

  1. Etapa 01

    Diagnóstico e briefing

    Cerca de 30 minutos para entender o consultório, quem você quer atender e o que está registrado no CRM: especialidades, áreas de atuação e RQE.

  2. Etapa 02

    Proposta fechada

    Em 24 a 48 horas chegam escopo, prazo e preço definidos. O valor combinado é o valor pago.

  3. Etapa 03

    Estrutura e textos

    A gente escreve as páginas e monta o site. Você revisa cada texto à luz da norma antes de qualquer coisa ir ao ar.

  4. Etapa 04

    No ar, no seu nome

    Domínio, site e acessos ficam com você. Se o conselho pedir um ajuste, o texto é corrigido rápido.

Quanto custa um site para médico

Na Voltz Pixel, o site para médicos e clínicas começa em R$ 2.500 e a página única em R$ 1.500. O valor final sai fechado na proposta, antes de qualquer trabalho começar.

Formatos de site para médicos e clínicas, para quem serve cada um e o preço inicial
FormatoPara quemA partir de
Página únicaMédico com um consultório e uma especialidade, ou uma campanha para um procedimento.R$ 1.500
Site completoConsultório ou clínica com mais de uma especialidade, equipe e conteúdo.R$ 2.500
Agenda online (Agende Comigo)Quem quer que o paciente marque e confirme pelo WhatsApp, sem depender da recepção.R$ 59,90 por mês

O preço sobe com o número de especialidades e de unidades, com o blog e com as integrações. Domínio e hospedagem ficam em nome do médico ou da clínica.

Para quem é e para quem não é

É para você se

  • Consultório consolidado

    Você já tem pacientes e quer ser encontrado por quem procura a sua especialidade, num endereço que é seu.

  • Clínica com equipe

    Várias especialidades e vários médicos, cada um com a própria página e o próprio registro.

  • Quem depende de plataforma

    Você recebe pacientes por um aplicativo e quer um site que continue seu se um dia sair de lá.

Não é para você se

  • Quem quer prometer resultado

    Texto com garantia, "o melhor" ou antes e depois sem critério a gente não escreve: a norma veda e quem responde é o médico.

  • Quem só quer um cartão de visita

    Se a ideia é apenas ter um endereço no ar, um construtor pronto resolve com menos investimento.

Perguntas

Perguntas frequentes

Médico pode ter site e fazer anúncio?

Pode. A Resolução CFM 2.336/2023 trata sites e blogs como canais próprios do médico e permite a publicidade com o objetivo de formar, manter ou ampliar a clientela (art. 8º). Também é direito do médico comprar espaço de anúncio (art. 13, II). O que a norma regula é o conteúdo: identificação obrigatória e nada de promessa de resultado.

Posso colocar o valor da consulta no site?

Pode. O art. 9º, VI permite informar valores de consultas, meios e formas de pagamento. Para procedimentos particulares, a norma permite informar que o valor é combinado antes do atendimento (art. 9º, VII). O que não pode é anunciar atendimento gratuito no consultório privado.

Posso publicar antes e depois?

Pode, com finalidade educativa e dentro do formato do art. 14: conjunto de imagens com indicações, evoluções satisfatórias, insatisfatórias e complicações, acompanhado de texto educativo, sem identificar o paciente, com autorização dele e sem nenhuma edição nas imagens. Foto isolada com legenda de resultado não atende à regra.

Preciso mostrar o CRM e o RQE no site?

Precisa. O art. 4º exige nome, número do CRM e a palavra MÉDICO, mais a especialidade com o RQE quando houver, e o art. 6º manda que isso fique na página principal. Em clínicas, entram o registro do estabelecimento e o diretor técnico com o número dele.

Tenho pós-graduação, mas não tenho RQE. Como apareço no site?

Como "MÉDICO(A) com pós-graduação em" seguido da área e de NÃO ESPECIALISTA, em caixa alta, que é o que o art. 13 determina. Sem RQE, o site também não pode dizer que você trata órgãos, sistemas ou doenças específicas. É uma das primeiras perguntas do nosso briefing.

Já estou numa plataforma de agendamento. Preciso de site?

Não precisa sair da plataforma. O site próprio serve para outra coisa: é o endereço que pertence a você, onde só aparece a sua clínica, e para onde o paciente vai quando procura o seu nome no Google. As duas coisas podem conviver.

Quanto custa um site para médico?

Na Voltz Pixel, o site para médicos e clínicas começa em R$ 2.500 e a página única em R$ 1.500. O valor depende do número de especialidades e unidades, do blog e das integrações, e sai fechado na proposta. A agenda online, pelo Agende Comigo, custa a partir de R$ 59,90 por mês.

Quem escreve os textos do site?

A Voltz Pixel escreve, a partir do diagnóstico e seguindo a norma do CFM. Você revisa e aprova cada texto antes de publicar. A aprovação final é sempre do médico, porque é ele quem responde ao conselho pelo que divulga.

O site é meu ou fico preso à Voltz Pixel?

O site é seu. Domínio, código e acessos ficam em nome do médico ou da clínica desde o primeiro dia. A Voltz Pixel segue junto pela manutenção e pela evolução do site, nunca por dependência.

A Voltz Pixel atende médicos de qualquer cidade?

Atende. A Voltz Pixel fica em União da Vitória, no Paraná, e trabalha a distância com clientes de todo o Brasil, com o mesmo processo: diagnóstico, proposta fechada e acompanhamento até o site estar no ar.

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