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Site para clínicas de autismo (TEA)
A Voltz Pixel cria sites para clínicas de autismo e clínicas multidisciplinares respeitando o conselho de cada profissão que atende nelas: os convênios por extenso, a equipe com registros, as terapias explicadas sem jargão e a triagem que organiza a lista de espera. A partir de R$ 2.500, com domínio e acessos no nome da clínica.
- Feito conforme o conselho de cada profissão
- Site a partir de R$ 2.500
- Domínio e acessos no seu nome
Site para clínica de autismo é o site que responde, sem promessa e sem jargão, ao que a família precisa saber para dar o primeiro passo: se a clínica atende o convênio, onde fica, quem é a equipe, como é o atendimento e se há vaga.
Uma clínica de TEA reúne psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e, às vezes, médicos. Cada um responde ao próprio conselho, e nenhum deles aceita promessa de resultado. Em 2025, o Conselho Federal de Psicologia publicou uma nota técnica sobre o uso da ABA que alcança frases muito comuns nos sites do setor. O site que fazemos parte dessa leitura.
O que o site de uma clínica de autismo pode dizer
Numa clínica com várias profissões, vale para cada conteúdo a regra mais restritiva entre os conselhos de quem aparece nele. Este é o resumo, com a fonte de cada ponto.
Pode
Listar os convênios atendidos
Convênios e credenciamentos estão entre as informações que fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais podem divulgar (CFFa, art. 35, III; COFFITO, art. 48, III).
Apresentar a equipe com os registros
Cada profissional com o nome, a profissão e o número do conselho dele, e o responsável técnico de cada serviço.
Explicar os métodos de tratamento
Os dois códigos permitem citar instalações, equipamentos e métodos de tratamento, desde que com evidência e com o profissional habilitado na equipe.
Dizer como a carga horária é definida
O CFP orienta que a carga horária seja fundamentada em avaliação técnica individualizada. O site pode dizer exatamente isso.
Informar sobre cobertura, com a fonte
O que a ANS garante pode ser explicado como informação, citando a norma, sem prometer cobertura em nome do plano.
Não pode
Prometer resultado ou cura
Vedado em todos os códigos: práticas "infalíveis" para o fonoaudiólogo (art. 11, VIII) e "promessa de resultado infalível" para o terapeuta ocupacional (art. 46).
Vender horas como argumento
Para o CFP, estipular um número fixo de horas sem justificativa técnica pode configurar prática inadequada (Nota Técnica 23/2025, item 6.9).
Tratar ABA como "método para autismo"
A mesma nota chama essa formulação de imprecisa e reducionista: a ABA é um campo aplicado da Análise do Comportamento, não uma técnica única.
Preço, desconto e avaliação gratuita
Com fonoaudiólogo na equipe, valem as vedações do CFFa a anunciar preços e a oferecer serviço gratuito (arts. 37, I e 28, I).
Trocar o título da profissão
O terapeuta ocupacional não pode substituir o título por expressões genéricas (art. 30, IV). "Terapeuta ABA" no lugar da profissão é o caso típico.
Fontes: Nota Técnica CFP nº 23/2025, Código de Ética da Fonoaudiologia (Resolução CFFa 640/2021), Código de Ética da Terapia Ocupacional (Resolução COFFITO 425/2013) e Parecer Técnico ANS nº 39/2024. Este resumo descreve as normas e não substitui a orientação do conselho de cada profissional.
Cada profissão responde ao próprio conselho
Não existe um conselho da clínica multidisciplinar. Quem aparece no site aparece com o registro da própria profissão, e o responsável técnico de cada serviço revisa o que é divulgado.
| Profissão | Conselho | Como aparece no site | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| Psicologia | CFP e CRP | Nome completo, "psicóloga" ou "psicólogo" e o CRP | Serviço psicológico só por psicólogo inscrito; para o CFP, o supervisor é indispensável na intervenção baseada em ABA. |
| Fonoaudiologia | CFFa e CRFa | Nome, profissão e número do CRFa | Sem preço e sem gratuidade; o responsável técnico revisa os anúncios da clínica (Res. 587/2020). |
| Terapia ocupacional | COFFITO e CREFITO | Nome, "terapeuta ocupacional" e número do CREFITO | Sem título genérico; integração sensorial é recurso reconhecido da profissão. |
| Medicina | CFM e CRM | Nome, CRM, a palavra MÉDICO e o RQE | Havendo serviço médico, a clínica mostra o registro no CRM e o diretor técnico. |
Na página da equipe, cada pessoa aparece com a profissão, o conselho e o número. É o que a família confere e o que cada conselho exige.
Convênio: informar é permitido, prometer é risco
O plano de saúde é o primeiro filtro de boa parte das famílias, e listar os convênios atendidos é permitido. O que pede cuidado é a frase seguinte. A ANS garante sessões com psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta sem limite de número, e a cobertura de qualquer método ou técnica indicado pelo médico assistente para o tratamento do TEA.
Mas a própria agência lista as condições: prescrição do médico assistente, atendimento em estabelecimento de saúde ou por telessaúde, e profissional de saúde habilitado. E diz que atendimentos em domicílio, na escola ou em outros ambientes não têm cobertura obrigatória. Um site que escreve "tudo coberto pelo plano" ou "atendimento em casa pelo convênio" promete em nome da operadora o que a norma não garante, e o Código de Defesa do Consumidor trata isso como publicidade enganosa.
O caminho seguro é o simples: "atendemos pelos planos" seguido da lista, sempre atualizada, e "emitimos recibo e relatório para pedido de reembolso, conforme o seu contrato".
Crianças no site: a autorização dos pais não basta
O Estatuto da Criança e do Adolescente protege a imagem e a identidade da criança (art. 17) e manda todos zelarem para que ela não seja exposta a situação vexatória ou constrangedora (art. 18). A Lei Geral de Proteção de Dados exige que qualquer uso de dado de criança atenda ao melhor interesse dela, com consentimento específico de um dos pais (art. 14). E mostrar uma criança em terapia revela, por si só, um dado de saúde.
Por isso os sites que fazemos para clínicas de autismo não mostram criança em atendimento, e muito menos em momento de crise. Mostram o espaço, os materiais e a equipe. O depoimento, quando houver, é o do familiar, em texto, com autorização por escrito e sem promessa de resultado.
Vale o mesmo para uma prática comum nas clínicas: a nota do CFP veda transmitir a sessão de psicologia em tempo real em recepções e salas de espera. Se a clínica faz isso, o site não deve anunciar.
O que o site de uma clínica de autismo precisa ter
Seis partes que todo site de clínica de autismo precisa ter: os convênios, a triagem com a situação das vagas, a equipe com registros, as terapias explicadas, a parte dos pais e a página de vagas de trabalho.
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Convênios por extenso
O nome de cada plano atendido, em texto, e como funciona o particular e o reembolso. É a primeira pergunta de quase toda família.
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Triagem e situação das vagas
Um formulário curto, que organiza a lista de espera por turno, terapia e plano, e um aviso claro de quando há vaga e quando há fila.
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Equipe com registros
Cada profissional com a profissão, o conselho e o número, e quem supervisiona. "Equipe especializada" sem nome não diz nada.
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Terapias explicadas sem jargão
Uma página para cada terapia, dizendo o que é, quem conduz e como a família participa. Siglas, só depois de explicadas.
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Para os pais
Como é a avaliação inicial, como a carga horária é definida, como funcionam os relatórios e a orientação à família.
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Trabalhe conosco
Vagas por função e um formulário próprio. Contratar terapeuta é um gargalo conhecido do setor, e o site ajuda a resolver.
Agenda cheia: o que o site resolve mesmo assim
Muita clínica de autismo não precisa de mais pacientes: precisa organizar quem chega. A recepção responde as mesmas perguntas o dia inteiro, a lista de espera mora numa planilha e a vaga que abre é oferecida para quem ligou por último.
É aqui que o site trabalha. Um formulário de triagem, curto, recebe o pedido e alimenta uma lista de espera organizada por turno, terapia e plano. É um sistema sob medida pequeno, feito para o processo da clínica. Os sistemas de gestão do setor cuidam bem de agenda e prontuário; a entrada de pacientes costuma ficar de fora, e é ela que o site organiza.
Para o volume de mensagens, há o agente de IA no WhatsApp, que responde as perguntas de sempre (atende meu plano, tem vaga à tarde, onde fica, precisa de pedido médico) e passa para a equipe o que precisa de gente. Ele não orienta sobre diagnóstico nem tratamento, e encaminha para uma pessoa quando percebe sofrimento ou urgência.
E a página de vagas de trabalho, que parece detalhe, costuma ser o que o dono mais sente falta: contratar e manter terapeutas é o que limita o crescimento da clínica.
Acessibilidade: o site também precisa receber bem
A Lei Brasileira de Inclusão torna obrigatória a acessibilidade nos sites de empresas com sede ou representação no país, e pede o símbolo de acessibilidade em destaque (art. 63). Para uma clínica que atende pessoas com deficiência, é também uma questão de coerência.
Na prática, isso muda o desenho: navegação previsível, texto com bom contraste, formulário com rótulos visíveis, nada que pisque ou se mova sem que a pessoa possa parar, e tudo utilizável pelo teclado e por leitor de tela. É o padrão dos sites que a Voltz Pixel entrega. Um aviso honesto: teste automático não equivale a conformidade completa, e a conferência com teclado e leitor de tela faz parte do trabalho.
Dados de crianças: a triagem pede o mínimo
Quem procura atendimento para um filho já revela dados de saúde de uma criança, que a lei protege em dobro, e a Lei Geral de Proteção de Dados pede cuidado redobrado com esse tipo de informação. Por isso o formulário do site pede só o nome e o WhatsApp, e avisa para não escrever laudo, CID ou detalhes do diagnóstico no campo de mensagem.
A medição do site segue a mesma lógica: nenhum cookie de análise antes do consentimento, e nada que ligue a pessoa ao assunto que ela procurou. É o mesmo cuidado que a Voltz Pixel aplica no próprio site.
Como a gente trabalha com clínicas de autismo
São quatro etapas, do diagnóstico ao site no ar. Em todas, o texto é escrito seguindo a norma do conselho de cada profissão e revisado com você: a aprovação final do que vai ao ar é sempre dos responsáveis técnicos da clínica.
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Etapa 01
Diagnóstico e briefing
Cerca de 30 minutos para listar as terapias, quem conduz cada uma, os conselhos e registros, os convênios e como os pacientes entram hoje.
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Etapa 02
Proposta fechada
Em 24 a 48 horas chegam escopo, prazo e preço definidos. O valor combinado é o valor pago.
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Etapa 03
Estrutura e textos
A gente escreve as páginas e monta o site. Você revisa cada texto à luz da norma antes de qualquer coisa ir ao ar.
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Etapa 04
No ar, no seu nome
Domínio, site e acessos ficam com a clínica. Se um conselho pedir um ajuste, o texto é corrigido rápido.
Quanto custa um site para clínica de autismo
Na Voltz Pixel, o site para clínicas de autismo começa em R$ 2.500. Clínica com muitas terapias, mais de uma unidade ou triagem com lista de espera é projeto maior, e o valor sai fechado na proposta, antes de qualquer trabalho começar.
| Formato | Para quem | A partir de |
|---|---|---|
| Site completo | Clínica com várias terapias: convênios, equipe, uma página por terapia, parte dos pais e vagas. | R$ 2.500 |
| Triagem com lista de espera | Clínica com fila, que quer organizar a entrada por turno, terapia e plano. | Sob consulta |
| Agente de IA no WhatsApp | Recepção que responde as mesmas perguntas de convênio e horário o dia inteiro. | Sob consulta |
Para quem atende sozinho, o caminho é a página de site para fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais ou a de site para psicólogos.
Para quem é e para quem não é
É para você se
Clínica com fila e recepção sobrecarregada
Você quer que o site organize a entrada e responda o que hoje toma o dia da recepção.
Quem depende de um convênio só
Você quer ser encontrada por famílias de outros planos e do particular, num canal que é seu.
Quem precisa contratar
Faltam terapeutas, e você quer um lugar para receber candidatos e mostrar como é trabalhar na clínica.
Não é para você se
Quem quer prometer resultado
Frases de cura, de prazo ou de "quanto mais horas, melhor" a gente não escreve. Todos os conselhos vedam, e a família desconfia.
Quem quer mostrar criança em sessão
Mesmo com a autorização dos pais, a exposição de uma criança em atendimento não passa no teste do melhor interesse dela.
Perguntas
Perguntas frequentes
Clínica de autismo pode ter site e fazer anúncio?
Pode. Nenhum dos conselhos proíbe site ou anúncio; eles regulam o conteúdo. Como a clínica reúne várias profissões, cada serviço segue o conselho próprio (CFP, CFFa, COFFITO, CFM), e o responsável técnico de cada área responde pelo que é divulgado sobre ela.
Posso escrever "clínica ABA" ou "método ABA"?
O Conselho Federal de Psicologia, na Nota Técnica 23/2025, considera imprecisas e reducionistas as afirmações de que a ABA é um método ou uma técnica para autismo. A formulação mais segura é "intervenção baseada em Análise do Comportamento Aplicada (ABA)", com o nome, a profissão e o registro de quem supervisiona.
Posso anunciar a carga horária, como "40 horas semanais"?
O CFP orienta que a carga horária seja fundamentada em avaliação técnica individualizada, e diz que estipular um número fixo de horas, sem justificativa técnica, pode configurar prática inadequada. O site pode explicar que as horas são definidas depois da avaliação de cada pessoa.
Posso dizer que o plano de saúde cobre tudo?
Não nesses termos. A ANS garante sessões sem limite e qualquer método indicado pelo médico assistente, mas com condições: prescrição médica, estabelecimento de saúde ou telessaúde e profissional habilitado. Atendimento em casa ou na escola não tem cobertura obrigatória. O seguro é listar os planos atendidos.
Posso publicar fotos e vídeos das crianças em terapia?
Os códigos pedem autorização por escrito dos responsáveis, mas ela não basta: o Estatuto da Criança protege a imagem e a lei de proteção de dados exige que o uso atenda ao melhor interesse da criança. Por isso os sites que fazemos mostram o espaço e a equipe, não a criança em atendimento.
O site pode ter formulário de triagem?
Pode, pedindo o mínimo: nome e contato do responsável, idade da criança, turno e plano. Laudo, CID e detalhes do diagnóstico não devem ser pedidos num formulário aberto do site. Dados de saúde de criança são sensíveis, e ficam para a conversa com a equipe.
Minha agenda está cheia. Para que serve o site?
Para organizar a fila com uma triagem, em vez de responder a mesma pergunta por mensagem; para receber famílias de outros planos e do particular; e para contratar terapeutas, com uma página de vagas. Se nada disso é problema hoje, o site não é prioridade, e a gente diz isso no diagnóstico.
Quanto custa um site para clínica de autismo?
Na Voltz Pixel, o site para clínicas de autismo começa em R$ 2.500. O valor depende do número de terapias e unidades e das integrações, e sai fechado na proposta. Triagem com lista de espera e agente de IA no WhatsApp são projetos à parte, sob consulta.
Quem escreve os textos do site?
A Voltz Pixel escreve, a partir do diagnóstico e seguindo a norma do conselho de cada profissão. Os responsáveis técnicos revisam e aprovam cada texto antes de publicar, porque são eles que respondem aos conselhos pelo que a clínica divulga.
A Voltz Pixel atende clínicas de qualquer cidade?
Atende. A Voltz Pixel fica em União da Vitória, no Paraná, e trabalha a distância com clientes de todo o Brasil, com o mesmo processo: diagnóstico, proposta fechada e acompanhamento até o site estar no ar.
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