
De União da Vitória para todo o Brasil
Site para fonoaudiólogos
A Voltz Pixel cria sites para fonoaudiólogas e fonoaudiólogos seguindo o Código de Ética da Fonoaudiologia: nome, profissão e CRFa visíveis, uma página para cada queixa atendida, os convênios por extenso e a agenda para marcar a avaliação, sem preço nem gratuidade como chamada. A partir de R$ 1.500.
- Feito seguindo o Código de Ética do CFFa
- Página a partir de R$ 1.500
- Domínio e acessos no seu nome
Site para fonoaudiólogos é o site do consultório feito dentro do Código de Ética da Fonoaudiologia: identifica quem atende, com o CRFa, explica cada queixa que o profissional trata e mostra os convênios e como marcar a avaliação, sem anunciar preço nem serviço gratuito.
O Código garante ao fonoaudiólogo o direito de divulgar os serviços, inclusive por meios digitais. Mas é o mais rígido da área da saúde em um ponto: anunciar preços, descontos e sorteios é infração escrita com todas as letras, e oferecer serviço gratuito também. O site precisa trazer o paciente por outro caminho.
O que o CFFa permite no site do fonoaudiólogo
O resumo do que vale para um site, com o artigo de cada regra no Código de Ética da Fonoaudiologia (Resolução CFFa 640/2021).
Pode
Divulgar os serviços, inclusive online
É direito do fonoaudiólogo usar anúncios, impressos e meios digitais (art. 35), e divulgar os serviços e criar canais de comunicação com a população (art. 38).
Citar especialidades e títulos
As especialidades para as quais esteja habilitado e os títulos de formação acadêmica (art. 35, I e II).
Listar convênios
Endereço, telefone, horário de trabalho, convênios e credenciamentos (art. 35, III). É o que a família mais procura.
Mostrar o espaço e os métodos
Instalações, equipamentos e métodos de tratamento, além de logotipo e marca (art. 35, IV e V).
Usar imagem com autorização escrita
Imagem, vídeo e áudio de cliente só com consentimento e autorização formal dele ou do responsável legal (art. 39, IV).
Não pode
Anunciar preços, descontos e sorteios
É infração ética, com exceção apenas para a divulgação de cursos, palestras e seminários (art. 37, I).
Oferecer serviço gratuito
Oferecer ou prestar serviços fonoaudiológicos gratuitos é infração (art. 28, I). "Avaliação gratuita" não entra no site.
Prometer resultado
É infração propor práticas enganosas, infalíveis ou sensacionalistas (art. 11, VIII).
Título que não possui
Não se anunciam títulos acadêmicos que não se tem, nem especialidades para as quais não se está habilitado (art. 37, IV).
Caso identificável sem autorização
Fazer referência a cliente ou caso identificável, ou exibir imagem e áudio, sem autorização por escrito (art. 24, II).
Fonte: Código de Ética da Fonoaudiologia, Resolução CFFa nº 640/2021. A partir de 1º de janeiro de 2027, a Resolução CFFa nº 833/2026 exige o RQE junto do título de especialista em qualquer divulgação. Este resumo descreve as normas e não substitui a orientação do Conselho Regional de Fonoaudiologia.
Sem preço e sem avaliação gratuita: o que traz o paciente
A página de consultório mais comum na internet tem dois ganchos: o valor da sessão e a primeira avaliação grátis. Para o fonoaudiólogo, os dois são infração. O Código manda informar o custo ao cliente antes do procedimento (art. 27), mas isso acontece na conversa, não na vitrine.
O que resolve é responder à pergunta que a família faz ao buscar. Quem procura fonoaudiologia quase nunca pesquisa a técnica: pesquisa a queixa e o convênio. "Meu filho de três anos ainda não fala", "troca letras", "gagueira", "voz rouca", "depois do AVC". Um site com uma página para cada queixa, dizendo quando procurar e como é a avaliação, encontra essa pessoa. E a lista de convênios, que o Código permite, responde à segunda pergunta dela.
Dois avisos de calendário. O título de especialista em fonoaudiologia é emitido só pelo CFFa, nas áreas que ele reconhece: "especialista em autismo" não é uma delas, e a formação entra no site como formação. E a partir de 1º de janeiro de 2027, quem tem título de especialista terá de exibir o RQE junto dele em qualquer divulgação.
O que o site de um fonoaudiólogo precisa ter
Seis partes que todo site de fonoaudióloga ou fonoaudiólogo precisa ter: a identificação com o CRFa, uma página por queixa, os convênios, a primeira consulta explicada, o formato do atendimento e a agenda.
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Nome, profissão e CRFa
Nome civil ou social, "fonoaudióloga" ou "fonoaudiólogo" e o número do CRFa, como manda o art. 36. Na página inicial e no rodapé de todas as páginas.
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Uma página por queixa
Atraso de fala, troca de letras, gagueira, voz, audição, deglutição, reabilitação depois de AVC. Cada uma com quando procurar e como é o atendimento, em linguagem de família.
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Convênios por extenso
O nome de cada plano atendido, em texto, não em imagem. É o que a família digita na busca, e o que o Google consegue ler.
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Como é a primeira consulta
O que acontece na avaliação, quanto tempo leva e o que levar. Tira a dúvida de quem nunca foi a um fonoaudiólogo.
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Presencial, domiciliar ou online
Onde e como você atende. No atendimento online, a Resolução CFFa 580/2020 pede identificação completa, endereço físico declarado e termo de consentimento assinado.
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Agenda da avaliação
Um botão que leva ao horário, em todas as páginas, sem a palavra "gratuita".
Site para terapeutas ocupacionais: o que muda
Terapeutas ocupacionais costumam dividir a clínica e o público com fonoaudiólogos, mas respondem a outro conselho. Vale o Código de Ética da Terapia Ocupacional (Resolução COFFITO 425/2013), e ele é diferente em três pontos. A identificação pede o nome, a profissão e o número do Conselho Regional em toda divulgação, inclusive eletrônica (art. 48). A promessa de resultado infalível é vedada (art. 46). E fotos de paciente, até as que comparam antes e depois, são admitidas com autorização formal prévia (art. 15, V), o que o Código da Fonoaudiologia não detalha.
Há uma regra que pega muita gente: é proibido trocar o título de terapeuta ocupacional por expressões genéricas (art. 30, IV). No site, a profissional aparece como terapeuta ocupacional, e o método entra como método. A integração sensorial, por exemplo, é reconhecida pelo COFFITO como recurso da Terapia Ocupacional (Resolução 483/2017) e pode ser citada assim. Quem tem título de especialista mostra também o RQE, instituído pelo COFFITO em 2025.
O conteúdo também muda. A busca por terapia ocupacional é, em boa parte, de quem quer entender o que ela é e para que serve. Por isso o site do terapeuta ocupacional precisa de um bloco que explique a profissão em linguagem simples, por público: crianças, pessoas autistas, idosos, reabilitação de mão. É o que a página de um fonoaudiólogo raramente precisa fazer.
Site próprio ou só Instagram
Muitos consultórios de fonoaudiologia vivem só de Instagram e de indicação. O perfil mostra o trabalho para quem já segue. O site responde às duas perguntas que a família faz ao buscar: se atende a queixa e se atende o convênio.
| Critério | Site próprio | Só Instagram |
|---|---|---|
| Quem encontra | Quem pesquisa a queixa ou o convênio no Google | Quem já segue ou recebeu a indicação |
| Convênios | Listados em texto, que a busca consegue ler | Num destaque ou numa imagem, que a busca não lê |
| O que a pessoa lê | A página da queixa dela, do começo ao fim | As publicações mais recentes |
| Como marca | Pelo botão, direto no horário | Por mensagem, quando você responde |
| De quem é | Seu, com o domínio no seu nome | Da rede social |
Não é um ou outro: o Instagram continua mostrando o seu trabalho, e o site é para onde o perfil aponta.
Agenda: a avaliação marcada sem troca de mensagens
A Voltz Pixel tem uma plataforma própria de agendamento, o Agende Comigo: a família escolhe o horário da avaliação pelo link do site, recebe a confirmação pelo WhatsApp e remarca sozinha quando precisa. A plataforma custa a partir de R$ 59,90 por mês. Ela cuida do horário; o prontuário continua no sistema que você já usa.
A plataforma também permite cobrar um sinal via Pix para segurar o horário. Como o Código veda anunciar preço, esse recurso, se usado, fica dentro do agendamento e não vira chamada do site. A decisão é sua.
Dados de crianças: o formulário pede o mínimo
Quem procura fonoaudiologia para um filho já revela dados de saúde de uma criança, que a lei protege em dobro, e a Lei Geral de Proteção de Dados pede cuidado redobrado com esse tipo de informação. Por isso o formulário do site pede só o nome e o WhatsApp, e avisa para não escrever diagnóstico, laudo ou detalhes de saúde no campo de mensagem.
A medição do site segue a mesma lógica: nenhum cookie de análise antes do consentimento, e nada que ligue a pessoa ao assunto que ela procurou. É o mesmo cuidado que a Voltz Pixel aplica no próprio site.
Como a gente trabalha com fonoaudiólogos
São quatro etapas, do diagnóstico ao site no ar. Em todas, o texto é escrito seguindo o Código de Ética da Fonoaudiologia e revisado com você: a aprovação final do que vai ao ar é sempre da fonoaudióloga ou do fonoaudiólogo.
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Etapa 01
Diagnóstico e briefing
Cerca de 30 minutos para entender as queixas que você atende, o público, os convênios, a formação e os títulos que podem ser citados.
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Etapa 02
Proposta fechada
Em 24 a 48 horas chegam escopo, prazo e preço definidos. O valor combinado é o valor pago.
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Etapa 03
Estrutura e textos
A gente escreve as páginas e monta o site. Você revisa cada texto à luz da norma antes de qualquer coisa ir ao ar.
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Etapa 04
No ar, no seu nome
Domínio, site e acessos ficam com você. Se o conselho pedir um ajuste, o texto é corrigido rápido.
Quanto custa um site para fonoaudiólogo
Na Voltz Pixel, a página para fonoaudiólogos começa em R$ 1.500 e o site completo em R$ 2.500. O valor final sai fechado na proposta, antes de qualquer trabalho começar.
| Formato | Para quem | A partir de |
|---|---|---|
| Página única | Quem atende sozinho: apresentação, queixas atendidas, convênios e agenda numa página. | R$ 1.500 |
| Site completo | Consultório ou clínica que quer uma página para cada queixa e publicar conteúdo. | R$ 2.500 |
| Agenda online (Agende Comigo) | Quem quer que a família marque e confirme a avaliação pelo WhatsApp. | R$ 59,90 por mês |
O preço é o da Voltz Pixel. O site do fonoaudiólogo, como manda o Código, não anuncia o valor da sessão.
Para quem é e para quem não é
É para você se
Quem atende convênio e particular
Você quer ser encontrada por quem digita o nome do plano e por quem paga do bolso.
Quem depende de indicação
A família indicada procura o seu nome antes de marcar, e hoje encontra só o perfil na rede social.
Quem atende a distância
Seu público não está só na sua cidade, e o site é o consultório de quem ainda não conhece você.
Não é para você se
Quem quer "avaliação gratuita" no botão
O Código trata serviço gratuito como infração, e a gente não escreve.
Quem está com a agenda cheia e fila
Nesse caso o site serve para organizar a espera e explicar o atendimento, não para trazer mais gente.
Perguntas
Perguntas frequentes
Fonoaudiólogo pode ter site e fazer anúncio?
Pode. O art. 35 do Código de Ética da Fonoaudiologia garante o direito de usar anúncios, impressos e demais divulgações, inclusive por meios digitais, e o art. 38 permite divulgar os serviços nas redes. O que o Código regula é o conteúdo: identificação obrigatória, sem preço, sem gratuidade e sem promessa de resultado.
Posso colocar o valor da sessão no site?
Não. O art. 37, I trata como infração ética anunciar preços, descontos e sorteios, com exceção apenas para cursos, palestras e seminários. O valor é informado ao cliente antes do procedimento, como manda o art. 27, mas isso acontece no contato, não na divulgação.
Posso oferecer avaliação gratuita?
Não. O art. 28, I do Código trata como infração oferecer ou prestar serviços fonoaudiológicos gratuitos, salvo nos casos previstos na legislação e no próprio Código. Por isso o botão dos sites que fazemos para fonoaudiólogos é "Agendar avaliação", sem a promessa de gratuidade.
O que precisa aparecer obrigatoriamente?
O nome civil ou social, a profissão e o número de inscrição no Conselho Regional de Fonoaudiologia, em anúncios, placas, impressos e em qualquer registro em mídias digitais (art. 36, I). Quem tem título de especialista terá de mostrar também o RQE a partir de 1º de janeiro de 2027.
Posso publicar fotos e vídeos de pacientes?
Só com consentimento e autorização formal do cliente ou do responsável legal (art. 39, IV), e sem prometer resultado. Com crianças o cuidado é maior: a lei exige que o uso dos dados atenda ao melhor interesse delas. Por isso os sites que fazemos não mostram criança em atendimento.
Posso listar os convênios que atendo?
Pode. O art. 35, III inclui convênios e credenciamentos entre as informações que o fonoaudiólogo tem direito de divulgar. Vale listar só os planos em que você está de fato credenciada, e manter a lista atualizada.
Vocês fazem site para terapeuta ocupacional?
Fazemos. O terapeuta ocupacional segue o Código de Ética do COFFITO (Resolução 425/2013): nome, profissão e número do Conselho Regional em toda divulgação, sem promessa de resultado infalível e sem trocar o título da profissão por expressões genéricas. O site ganha ainda um bloco que explica o que a terapia ocupacional faz.
Quanto custa um site para fonoaudiólogo?
Na Voltz Pixel, a página para fonoaudiólogos começa em R$ 1.500 e o site completo em R$ 2.500, com valor fechado na proposta. A agenda online, pelo Agende Comigo, custa a partir de R$ 59,90 por mês.
Quem escreve os textos do site?
A Voltz Pixel escreve, a partir do diagnóstico e seguindo o Código de Ética da Fonoaudiologia. Você revisa e aprova cada texto antes de publicar. A aprovação final é sempre sua, porque é você quem responde ao conselho pelo que divulga.
A Voltz Pixel atende fonoaudiólogos de qualquer cidade?
Atende. A Voltz Pixel fica em União da Vitória, no Paraná, e trabalha a distância com clientes de todo o Brasil, com o mesmo processo: diagnóstico, proposta fechada e acompanhamento até o site estar no ar.
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